Manaus – A saída do Ministério da Saúde não afetou seu projeto político, segundo afirmam pessoas muito próximas do general amazonense que dão como certa a sua candidatura, em 2022. Aliados afirmam que, para ele, seria “questão de honra” governar o Estado que foi acusado de negligenciar na crise de oxigênio, mas, que na verdade, segundo ele, o papel do Ministério da Saúde foi fundamental para minimizar o gravíssimo problema enfrentado pelo estado.
A vontade de Pazuello de concorrer ao governo do estado ficou evidente no período em que permaneceu na cidade de Manaus para resolver a crise do oxigênio, certamente será um nome novo que pode causar uma surpresa para aqueles que trabalham com a possibilidade de uma eleição que seria quase um plebiscito.
O ex-ministro confia no eleitorado bolsonarista, que é forte no Estado e começa a se movimentar com mais ênfase, promovendo varias eventos em apoio ao Presidente e colocando o bloco na rua. O problema é que Pazuello certamente deverá ter forte resistência do General Ramos que cuidava até então das “articulações” politicas do governo, certamente ele tende a evitar a sua proximidade com Bolsonaro para não ferir os interesses da bancada federal do estado, sobretudo após o seu discurso de despedidas atacando políticos, inclusive os que se dizem aliados.
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