Responsáveis pelo desembaraço aduaneiro, os despachantes são peças-chave para o funcionamento do comércio exterior no Brasil e para as atividades da indústria na Zona Franca de Manaus (ZFM). Mais de 95% destes tipos de operações passam pelas mãos deles, segundo estimativa.
Mais do que lidar com burocracias, os despachantes aduaneiros garantem que mercadorias circulem pelo país com segurança, conformidade e agilidade, transformando exigências legais em processos eficientes e contribuindo para a competitividade e o equilíbrio da balança comercial.
“O despachante aduaneiro é absolutamente estratégico para a sustentabilidade e a competitividade da Zona Franca de Manaus. Em um ambiente complexo, dinâmico e desafiador como o nosso, o despachante não apenas operacionaliza processos, ele garante conformidade, reduz riscos, assegura previsibilidade e viabiliza a conexão da nossa indústria com o mundo”, afirma o despachante aduaneiro Celiomar Gomes da Silva.
Segundo Celiomar, em meio a desafios logísticos, mudanças climáticas e à necessidade urgente de avançar numa agenda de internacionalização da Amazônia, o despachante aduaneiro demonstra, diariamente, sua capacidade técnica e o compromisso com o desenvolvimento da região. “Respeito, reconhecimento e valorização a todos os despachantes aduaneiros que ajudam a manter o nosso Polo Industrial integrado e preparado para o futuro”, completou Celiomar Gomes da Silva.
*A origem da profissão*
Celebrado em 25 de abril, o Dia do Despachante Aduaneiro destaca o papel estratégico destes que atuam nos bastidores das importações e exportações pelo Brasil.
O surgimento da atividade aduaneira remonta ao século XIX, com os chamados “caixeiros” que já atuavam no envio de mercadorias por volta de 1850. Desde então, a atividade evoluiu junto ao Código Comercial e às demandas de um mercado cada vez mais globalizado.







