O publicitário Bruno Guedes, 33 anos, foi preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva na manhã de hoje (5) por descumprir a medida protetiva. A ex-cunhã poranga do Boi Caprichoso, Maria Azedo, o denunciou por violência doméstica durante o período de casamento
O publicitário Bruno Guedes, 33 anos, foi preso em cumprimento a mandado de prisão na manhã de hoje (5) por descumprimento de medida protetiva. O suspeito foi encaminhado para a Central de Recebimento e Triagem (CRT), segundo informou a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).
A ex-mulher do publicitário, a nutricionista e ex-cunhã poranga da Associação Cultural Boi Bumbá Caprichoso, Maria Azedo, 31 anos, o denunciou na última segunda-feira (1º) por invadir, na noite de domingo (30), o apartamento onde ela mora, localizado na Zona Centro-Oeste de Manaus e, ainda, por violência doméstica.
Conforme a titular da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECC), a delegada Acácia Pacheco, o publicitário foi notificado à comparecer à delegacia na manhã de hoje (5) e, ao chegar ao local, a polícia deu cumprimento ao mandado de prisão, expedido ontem (4), pela juíza Suzi Irlanda Araújo Granja da Silva, do Plantão Criminal.
“Notificamos o infrator à comparecer na delegacia na manhã desta sexta-feira (5). Como a ordem judicial em nome do publicitário foi expedida ontem (4), no momento em que ele compareceu na delegacia, cumprimos o mandado em nome dele”, disse a delegada.
Denúncia
No BO, Maria acusa Bruno de ter invadido o apartamento onde o casal mora, localizado na Zona Centro–Sul da cidade. No domingo (31), a nutricionista publicou em uma rede social, vídeos onde relata ter sofrido violência doméstica durante os meses de casamento com Guedes.
De acordo com o relato da nutricionista, Bruno levou garrafas de bebidas, relógios e também a cachorra do casal, de raça yorkshire, chamada de “pipoca”. Segundo os videos divulgados na rede social, Maria relata que desde o fim da relação Bruno passou a persegui-la por aplicativo de mensagem instantânea.
No dia 15 de maio deste ano, o juiz George Barroso, durante o plantão criminal, determinou a medida protetiva para a nutricionista e contra Bruno, que nega todas as acusações. Com informações A critica.
Entenda o caso:







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