Após três meses de investigações, a Polícia Civil interceptou embarcação que saiu de Tabatinga com as drogas.
Manacapuru – Após três meses de investigações, uma operação conjunta entre a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), Polícia Civil, Delegacia de Manacapuru e a Delegacia Fluvial, apreendeu neste sábado (6), 250 quilos de drogas, avaliados em R$1 milhão, com destino a Manaus.

Saindo de Tabatinga, município que fica a 1.109 quilômetros da capital, a embarcação foi abordada na costa do Rio Paratari, com destino final em Manaus. “Nessa abordagem houve um confronto policial, mas conseguimos apreender a droga e parte das armas que estavam na embarcação. O detalhe é que foram mais de três meses de investigação e 15 dias de patrulha no rio para aguardar a chegada desse grupo criminoso”, destaca o delegado Paulo Mavignier, diretor do Denarc.
Apesar de não saber exatamente quem seriam os destinatários da mercadoria da embarcação e ainda não ter a confirmação das identidades dos envolvidos no confronto, a Polícia Civil diz que esta foi mais uma vitória na guerra contra as drogas.
“Um prejuízo significativo para o crime. A gente continua as investigações para chegar em todo esse grupo criminoso, os remetentes dessa droga e os destinatários em Manaus. A gente tem uma investigação aprofundada, no sistema de Segurança Pública, e vai chegar nessas pessoas”, afirma Mavignier.
Coordenando a operação, o delegado Juan Valério, do Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), conta que, a partir das informações do setor de inteligência, os “operacionais” pernoitaram durante 15 dias nas margens dos rios e nas matas à espera da embarcação.
“Apesar de realizarmos os procedimentos e protocolos de abordagem, eles abriram fogo contra a equipe, então nossos operadores, dentro dos limites legais e em legítima defesa, tiveram que reagir a essa ação. Eles conseguiram inicialmente visualizar três pessoas, que ainda não localizamos os corpos. Nosso preparo é esse, nossa doutrina é essa, de abordagem em alto risco e infelizmente eles tentaram confrontar o Estado”, explica o coordenador do Grupo Fera.
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